O engenheiro aposentado austríaco Josef Fritzl, de 73 anos, conhecido como o monstro de Amstetten, foi acusado formalmente de assassinato de um dos filhos que teve com a filha, mantida encarcerada por 24 anos no porão de sua casa. O Ministério Público da Áustria também acusou Fritzl por estupro, cárcere privado, coerção, escravidão e incesto.
A acusação de assassinato é referente a um dos gêmeos que morreu ao nascer em 1996. Segundo a promotoria, Fritzl não prestou socorro ao filho mesmo sabendo da situação de risco. Ele teve sete filhos com a filha Elisabeth e admitiu à polícia que havia queimado o corpo da criança em um incinerador. Fritzl, que está preso desde abril, tem duas semanas para se pronunciar contra as acusações.
[fonte:veja.com.br]
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O mostro do Porão
O horripilante caso do austríaco que manteve filha e três crianças nascidas do incesto presas em porão durante 24 anos
Elisabeth era uma menina de apenas 11 anos quando seu pai, Josef Fritzl, começou a violentá-la. Cinco anos mais tarde, ela tentou a primeira fuga de casa. Não conseguiu. Aos 18 anos, Elisabeth fugiu, em vão, pela segunda vez. Nessa faixa etária, o abuso sexual em família costuma cessar – a vítima perde as características infantis que atraem o perpetrador pedófilo e ganha alguma capacidade de denunciá-lo –, mas o inferno vivido pela jovem austríaca atingiu proporções inimagináveis. Temendo perder o controle sobre a filha, Fritzl sedou-a, algemou-a e a colocou em um porão blindado na casa da família. Durante os 24 anos seguintes, Elisabeth foi mantida como escrava sexual do pai. Teve sete filhos gerados pela violência incestuosa. Três foram levados por Fritzl para o mundo superior (o confortável andar de cima do casarão), onde recebiam o carinho da avó, Rosemarie, iam à escola e brincavam na piscina cercada por um jardim. Três foram mantidos no reino das sombras, o porão opressivo onde testemunhavam os abusos cometidos pelo pai-avô contra a mãe-irmã. A sétima criança, um menino, morreu recém-nascida e foi incinerada na fornalha por Fritzl. A história veio à tona na semana passada, depois que a filha mais velha da família escrava, Kerstin, de 19 anos, apareceu num hospital da cidade, em coma.
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