AntenadO(ciência)>>> A descoberta do Invisível...  

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A imagem publica online (9 de outubro) pelo The New England Journal of Medicine, era criado por fotografia tipo Schlieren.

*O que é isso?

Schlieren é o nome de técnica de visualização de escoamentos complexos (subsônicos, sônicos e supersônicos) utilizada em túneis de vento e tamques de fluidos (água, ar) especialmente desenhados. A técnica esta associada às descobertas de Foucault em óptica de superfícies de espelhos côncavos utilizada na configuração das superfícies de espelhos de telescópios (astronomia).

"Ela transforma fenômenos invisíveis e suas curvas e os mostra em imagens visíveis", disse o professor de engenharia, Gary Settles, que é o diretor do laboratório de gás da universidade Estadual da Pennsylvania.

"Em meu laboratório usamos a técnica uma porção de vezes" Disse o Dr. Settles "Depois ela é utilizado para outras coisas, reage bem à supersônicas rajadas de vento, e termina mostrando choques de onda em alta-velocidade aerodinâmica".

O mais interessante disso é que as imagens captadas tomam os aspectos aérodinâmicos e dão uma sensação de mobilidade espacial. O que acontece na verdade é uma câmera capaz de captar os níveis invisíveis dos nossos olhos, ou seja, ela capta até mesmo ondas sonoras...

*Como se faz isso?
O processo envolve uma fonte clara pequena, brilhante, lentes precisamente colocadas, um espelho curvado, uma lâmina de razor que obstrua a parte do feixe luminoso e outras ferramentas que faz possível ver os distúrbios do ar na fotografia. No mundo da dinâmica do gás, um cough é meramente “um jato turbulento de ar com mudanças da densidade.”
O ar expelido, viajando em 18 milhas por a hora, misturou com o ar circunvizinho mais fresco e produziu da “as diferenças temperatura que dobram raios claros por quantidades diferentes,” comentou Dr. Settles. Uma experiência feita junto a um perito em vírus Dr. Julian Tang, que manipulou um vírus de Singapura.

fonte:nytimes.com

AntenadO>>>Natal, da igreja ao shopping center...  

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"O marketing em torno da festa do dia 25 de dezembro, apoiado em elementos do imaginário religioso, ajuda-nos aentender como o consumo se revela filho legítimo do monoteísmo."

Aproveitando a deixa, de onde surgiu uma de nossas festas mais bonitas( e lucrativas)?

O cenário do anúncio impresso,lançado às vésperas do Natal de 2005, reproduzia a atmosfera de um quadro renascentista. Uma cliente se aproxima do caixa para pagar suas compras na loja de decoração. Olhar entre virginal e maternal, vestes angelicais, a mão direita apoiada sobre as caixas brancas e a esquerda sutilmente inclinada, segurando um cartão de crédito. Por trás dos seus cabelos dourados, uma baixela de prata pendurada na prateleira da loja conferia à consumidora uma auréola de “madona rafaelita”. “Fazer o bem é mais fácil do que você imagina”, dizia o slogan do cartão de solidariedade do banco.

A peça publicitária parecia ter sido inspirada no tríptico Virtudes teologais (fé, esperança e caridade), pintado por Raffaello Sanzio em 1507. Só que, na versão original, a santa recosta a mão esquerda no peito e a outra segura o cálice sagrado. Mas cada época tem o Raffaello que merece. E reciclando o estoque de imagens universais para fins instrumentais, o
marketing pré-natalino nos ajuda a entender como o consumo é filho legítimo do monoteísmo. Já no Velho Testamento, no capítulo 1 do livro do Gênese, versículo 26, Deus franqueou ao homem o domínio “sobre os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra”. Sabemos no que deu este apelo explícito ao consumo desmesurado da própria natureza.

No próprio feriado de “Ação de Graças”, comemorado na quarta quinta-feira de novembro, depois de comer o peru em família, uma procissão de americanos afl ui às compras na maior liquidação do planeta. O agradecimento a Deus pela boa colheita de outono, que está na origem da comemoração instituída em 1621, converte-se na celebração do consumo sem trégua, aquecendo o comércio às vésperas do Natal.

Para reagir ao marketing que mistura táticas religiosas com as do universo militar, surgiu a campanha mundial Buy nothing day (um dia sem compras), encabeçada pela canadense Media Foundation, q
ue produz a revista antipublicitária Adbusters. Mas além
da campanha, o ritual fundamentalista do consumo também passou a ser questionado a partir das performances do reverendo Billy. Fundador da Igreja do Anticonsumo, Billy, ao estilo dos “sacerdotes” evangélicomidiáticos, invade lojas aos berros de “No shopping” (não compre). Sua pregação, acompanhada de denúncias contra a exploração de mão-de-obra infantil na fabricação de certos produtos, inspirou grupos de ativistas europeus, que passaram a organizar manifestações no interior das lojas de grandes marcas. Na versão européia, ativistas quedam-se prostrados diante, por exemplo, de um boné da Nike, entoando orações e mantras laudatórios ao venerado produto.


fonte:Silvio Mieli é jornalista e professor do Departamento de Comunicação Jornalística da PUCSP, onde desenvolve atividades ligadas ao midiativismo, à análise dos sistemas audiovisuais e à crítica à mídia.(www.uol.com.br/historiaviva)

<<((CURIOSO))>>Macacos, porcos e doninhas também eram pets na Idade Média!  

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Tradição de manter bichos em casa se espalhou nos séculos XVII e XVIII.
Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro.

Na Idade Média, o valor dos animais e o tratamento dado a eles eram bem diferentes dos dos dias atuais. Mas o conceito de bicho de estimação já existia e era mais, digamos, abrangente que o de hoje.

Não era raro ver em uma casa medieval um macaco, uma doninha, uma ovelha ou um porco. Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro, pois podiam ser trocados ou vendidos.

"Quando uma criança se comportava bem, ela geralmente ganhava uma ovelha de presente dos pais", explicou ao G1, por telefone, Barbara Hanawalt, especialista em história medieval e professora da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Segundo ela, além dos cachorros, que eram muito comuns nas casas, as famílias mantinham esquilos, papagaios, ovelhas e macacos.

Os gatos não eram tidos como animais de estimação, mas sim de trabalho. Seu papel era espantar os ratos das redondezas das casas.

Como você trata seu bichinho?>>>

fonte: G1(www.g1.com)

!!!DEBATEND( X )!!.>>> Até onde a mídia foi "importante" no caso Eloá?  

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Não restam dúvidas a respeito da má atuação da PMESP no seqüestro de Eloá. A condução do caso foi absolutamente equivocada. Não creio que valha a pena comentar a malfadada decisão que resultou na devolução da jovem ao poder do perpetrador, coisa absolutamente bisonha sob todos os aspectos: técnico, moral e legal. Passemos aos pontos mais controversos.

O ânimo passional do perpetrador já prenunciava um desfecho trágico do episódio. O clima de tensão levou Lindenberg às efusões de um delírio quase psicótico. Alguns chegaram a traçar-lhe o perfil psicológico semelhante ao do caráter obsessivo-compulsivo, transtorno no qual a ambivalência afetiva – isto é, as oscilações entre amor e ódio – é bastante pronunciada. Assim sendo, o prognóstico do quadro não era dos melhores, e muito menos autorizava a imprudência de tomá-lo apenas como uma “crise amorosa”. O fato do perpetrador não ter antecedentes criminais tampouco era razão suficiente para subestimar o seu potencial ofensivo. Por outro lado, em nenhum momento se ouviu falar em possíveis antecedentes psiquiátricos ou comportamentais, coisas muito mais relevantes em crimes dessa natureza.

Naquelas circunstâncias, e conforme assinala as técnicas de gerenciamento de crise, todos sabiam que as jovens tomadas em poder de Lindenberg não eram propriamente reféns, mas sim vítimas. Nos casos em que há reféns, a barganha é a motivação central na ação do perpetrador, sendo a negociação muito mais viável. Contudo, quando nos deparamos com pessoas na condição de vítimas, o espaço para negociações fica extremamente reduzido, pois os alvos em poder do perpetrador não se configuram como instrumentos de troca; eles são, ao contrário, o próprio objeto da ação delituosa. Em casos como esse, portanto, as negociações limitam-se quando muito a tentativas precárias de dissuasão verbal, donde muitas vezes se mostram inócuas frente à perturbação mental em que se encontra o autor.

Acrescente-se a tudo isso as interferências constantes de jornalistas e âncoras de TV, que faziam com o perpetrador contato telefônico em tempo real, protagonizando um verdadeiro show de barbaridade às custas da pobre adolescente. Eis aí o enredo perfeito para um desenlace macabro.

Que as vicissitudes deste episódio nos tragam uma lição exemplar. E que essa lição não se restrinja apenas a formulações tecnicistas para uso operacional dos órgãos de segurança pública. Que o drama vivido em Santo André nos sirva para repensar toda atuação de nossas próprias polícias.

Quais influências sofrem os órgãos de segurança pública para que suas ações não se pautem unicamente por fatores técnicos e científicos na condução de eventos críticos? Que utopia desvairada é essa que obriga a polícia a poupar vidas a todo custo, mesmo quando essa obstinação “politicamente correta” assinala como prelúdio a morte de inocentes? O pronunciamento de quem comandou a operação é bastante sintomático:

“Se tivéssemos dado o tiro de comprometimento, os senhores (imprensa) estariam questionando essa decisão”

Que importa os questionamentos de uma imprensa leiga? Basta apenas que a polícia cumpra o seu dever convicta de sua isenção profissional, de sua capacidade técnica e munida de uma coragem moral inabalável. Se assim não for, continuará refém de toda sorte de hesitações obtusas e de melindres ideológicos, que redundarão inevitavelmente em erros primários de conseqüências desastrosas.

Que a polícia venha optar sempre pelo “tiro de comprometimento”, se o compromisso for com a vida de inocentes! E aos que titubeiam diante de possíveis questionamentos alheios, recomendo as sábias palavras do apóstolo São Paulo:

“A nossa glória é essa: o testemunho de nossa consciência”.

Fonte: Luciano Porciúncula Garrido é Psicólogo, Policial Civil do Distrito Federal e pós-graduando em Segurança Pública e Direitos Humanos pela SENASP/Unieuro
<<((TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES E MANDE SEU COMENTÁRIO!))>>

CONECT@DO>>>Cartazes com a frase “Provavelmente, Deus não existe” poderão circular por toda a cidade de Londres em Janeiro!  

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Londres - A campanha ateísta é da British Humanist Association (BHA) e tem o apoio do académico britânico Richard Dawkins, autor do livro “The God Delusion” e conhecido pelos seus documentários que questionam o papel das religiões.

O objetivo da campanha do BHA é “promover o ateísmo na Grã-Bretanha, encorajar mais ateístas a assumirem publicamente a sua posição e elevar o moral das pessoas a caminho do trabalho”.

Com o dinheiro obtido através de doações, o grupo quer colocar cartazes em dois grupos de 30 autocarros por quatro semanas.

A frase completa é: “There`s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life” (”Provavelmente, Deus não existe. Agora, páre de se preocupar e curta a vida”, em tradução livre).

“Nós vemos tantos cartazes que divulgam a salvação através de Jesus ou que ameaçam com condenação eterna, que eu tenho certeza que essa campanha será vista como um sopro de ar fresco”, disse Hanne Stinson, presidente da BHA.

“Se fizer com que as pessoas sorriam, além de pensar, melhor”, concluiu.

Como os organizadores conseguiram arrecadar mais do que planeavam, pretendem colocar os cartazes também do lado de dentro dos autocarros.

A BHA também estuda a possibilidade de estender a campanha a outras cidades, incluindo Birmingham e Manchester, na Inglaterra, e Edimburgo, na Escócia.

“A religião está acostumada a usufruir de benefícios tributários, respeito não merecido, o direito de não ser ofendida e o direito de fazer lavagem cerebral nas crianças”, disse Dawkins.

“Mesmo nos autocarros, ninguém pensa duas vezes quando vê um `slogan` religioso. Esta campanha fará com que as pessoas pensem - e pensar é um anátema perante a religião”, concluiu.

Surpreendentemente, a Igreja Metodista agradeceu Dawkins por incentivar um “interesse constante em Deus”.

“Esta campanha será uma coisa boa se fizer com que as pessoas pensem nas questões mais profundas na vida”, disse Jenny Ellis, reverenda metodista.

“O Cristianismo é para pessoas que não têm medo de pensar sobre a vida e o seu significado”, concluiu a religiosa.

Fonte: RTP

O.Q.I.:>>>Mascara da Ilusão, supreenda-se com o surreal ao seu alcance!  

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Direção: Dave McKean
Roteiro: Neil Gaiman e Dave McKean

Elenco: Jason Barry, Rob Brydon, Stephanie Leonidas, Gina McKee, Dora Bryan, Robert Llewellyn, Andy Hamilton, Stephen Fry, Fiona Reynard, Nik Robson


A aventura fantástica c
onta a história de Helena (a graciosa Stephanie Leonidas), uma garota de 15 anos de idade que faz parte de uma família circense e que deseja fugir dali e juntar-se à "vida real". Depois de uma briga com seus pais (Rob Brydon e Gina McKee) sobre seu futuro, a mãe de Helena adoece e a garota fica convencida de que aquilo é sua culpa. Na noite anterior à grande cirurgia de sua mãe, Helena sonha que está em um mundo estranho comandado por duas rainhas antagonistas, criaturas bizarras e habitantes mascarados. As coisas não estão bem nesse novo mundo - a Rainha Branca está doente e sua saúde só poderá ser restaurada pela Máscara de Espelho e cabe à Helena encontrá-la, com a ajuda do atrapalhado Valentine (Jason Barry). Porém, conforme a aventura se desenrola, a garota começa a questionar se aquilo tudo é um sonho ou algo muito mais sinistro...

<<((NOSSA OPINIÃO))>>
Logo de primeira você não caracteriza o filme com grande afinco. Na realidade você até desmerece um pouco dele. Mas o resultado do surrealismo e de uma direção excepcional torna o filme uma pérola nossos olhos... Bem vale a pena assistir. Apesar do seu enredo confuso e ate fatigante ele resume bem as expectativas de quem curte filmes do tipo... Preparem a pipoca e supreendam-se!

Segundo o site Omelet (www.omelet.com.br):
O resultado é assombroso. Imagine o trabalho gráfico de McKean em movimento e você entenderá exatamente o que ele conseguiu alcançar como cineasta. São criaturas fantásticas, cenários oníricos e uma ousadia estética mesmo nas cenas no "mundo real" - com o uso intenso de lentes diferentes e ângulos inusitados.

O.Q.I.: O Que Indica?>>> Juno, longe de ser apenas um filme adolescente!  

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Juno,2007 ( Indicado ao Oscar)
» Direção: Jason Reitman
» Roteiro: Diablo Cody
» Gênero: Comédia/Drama
» Origem: Canadá/Estados Unidos/Hungria
» Duração: 96 minutos
» Tipo: Longa

Diferente da maioria das garotas do colégio onde estuda, Juno (Ellen Page) é uma adolescente com personalidade que vive sua própria vida, até que uma típica tarde entediante torna-se uma aventura quando decide transar com o discreto Bleeker (Michael Cera). Ao descobrir que está grávida, Juno e sua melhor amiga Leah (Olivia Thirlby) bolam um plano para encontrar os pais perfeitos para o futuro bebê. É então que elas encontram Mark e Vanessa Loring (Jason Bateman e Jennifer Garner), um abestado casal que pretende adotar seu primeiro filho. Felizmente, Juno tem o apoio do pai (J.K. Simmons) e da madrasta (Allison Janney), que depois do choque inicial de que sua filha já tem uma vida sexual com o nada viril Bleeker, decidem unir-se para ajudá-la. Mas conforme Juno se aproxima do fim da gravidez, a vida supostamente idílica de Mark e Vanessa começa a dar sinais de que não é exatamente o que parecia.



<<((NOSSA OPINIÃO))>>
De uma forma meiga e sutil, o filme passa uma experiência tão delicada e comovente. Uma adolescente, um erro, ela tenta concertar o seu "erro" e se envolve com ele. Díguino de Oscar sim! Mas todos os que concorreram com esse filme também eram ótimos. Em resumo podemos uma vez na vida apostar as fichas em algo que a academia diz que é bom!! Pegue a pipoca e delicie-se com essa trama cheia de sentimento e toque de sutileza!






FilosofE>> A importância do agir para construir o presente e esquematizar o futuro!  

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Agir é uma composição de movimentos para promoção de algum propósito. nisto baseamos que os fatos mais relevantes conhecidos vem desta motivação. Dizia o padre Antônio Vieira em um de seus ilustres sermões:
"Nós somos o que fazemos. O que não se faz, não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos apenas duramos."

Utilizando exemplos da pré-historia até os nosso tempos, vemos que os mais fortes venceram,e vencem. Mas de onde vem todas essa "força"? Vem da ação de um ou vários indivíduos para determinado fim. A descoberta do fogo, as revoluções(burguesas ou não), as conquistas tecnológicas... Essas e outras conquistas importantes nos incitam a pensar que NOSSAS AÇÕES PROMOVEM MUDANÇAS.

Um exemplo disso é a ditadura militar, "Façamos a revolução antes que o povo a faça!". E eles a fizeram mesmo, os militares roubaram a cena política, roubaram vidas, roubaram sonhos, roubaram um futuro melhor para o nosso país...
Mas houve(graças a Deus) a repressão, que infelizmente foram amplamente retraídos. Alguns estudantes mortes, chagas eternas. Houve quem decidisse tomar uma posição. AGIR!

O MUNDO É DE QUEM FAZ.(mero plágio da IG!)
ENTÃO SUGERIMOS ESSA PERGUNTA:
O QUE VOCÊ FAZ PARA MUDAR SEU MUNDO E O MUNDO DE TODOS?

O ócio seja ele criativo, físico, mental, espiritual... não nos leva êxitos. Logo,as mudanças necessárias vem de desvios de ações, ou da gênese delas, esquematizando ,ainda no presente, o futuro de um individuo ou ,até mesmo, de toda uma nação!
Em poucas palavras: MEXA-SE!


Por Pedro Oliveira

WORLD STAR>>>As 10 celebridades jovens mais ricas do mundo!  

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A revista "Forbes" publicou a lista das celebridades, com menos de 25 anos, mais milionárias do mundo. O interessante é que o ranking é liderado não por atores e músicos, e sim, por esportistas.

Em primeiro lugar vem o jogador de basquete da NBA, LeBron James, 22 anos, que possui uma fortuna estimada em mais de 18 milhões de euros (quase 50 milhões de reais) conquistados no último ano. Em segundo lugar encontra-se o jogador de futebol americano Reggie Bush, 22 anos, alcançando a cifra de mais de 16 milhões de euros (cerca de 45 milhões de reais).

A primeira mulher da listagem é a tenista russa Maria Sharapova, com mais de 15 milhões de euros na conta bancária, seguida pela jogadora de golfe Michelle Wie, com mais de 12 milhões de euros (aproximadamente 33 milhões de reais).

Completando o Top 5, estão as famosas irmãs gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, empresárias, estilistas e atrizes desde os nove meses de idade e que somam a quantidade de mais de 11 milhões de euros cada (cerca de 30 milhões de reais), conquistados no último ano.

Veja lista abaixo (clique no nome para ver fotos de cada um deles)

1º.LeBron James, 22 anos. US$ 27 milhões, jogador da NBA.

2º. Reggie Bush, 22 anos. US$24 milhões, jogador da NFL.

3º. Maria Sharapova, 20 anos. US$23 milhões, jogadora de Tênis.

4º. Michele Wie, 18 anos. US$19 milhões, jogadora de Golf.

5º. As gêmeas Olsen, 21 anos. US$17 milhões

6º. Daniel Radcliffe, 18 anos. US$15 milhões, estrela de cinema.

7º. Hilary Duff, 20 Anos. US$12 milhões, cantora.

8º. Avril Lavigne, 23 anos. US$12 milhões, cantora.

9º. Carmelo Anthony, 23 anos. US$10 milhões, jogador da NBA.

10º. Keira Knightley, 22 anos, US$9 milhões, atriz
fonte: Yahoo! Notícias(http://br.noticias.yahoo.com)

Mariana Valadão 2008: TALENTO E UMA CARINHA DE PRINCESA QUE EU AMO!  

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MINHA GRANDE nova PAIXÃO>>>> EU BABO POR ESSA MENINA MARIANA VALADÃO>>> TALENTO E UM ROSTINHO DE PRINCESA

::::EM BREVE VOCÊ PODERÁ BAIXAR ÁLBUNS EVANGÉLICOS AKI!!!!:::::

Aos 105 anos, virgem mais velha do mundo diz que sexo envelhece!  

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Aos 105 anos, a secretária aposentada Clara Meadmore se orgulha de ainda ter cabelo e de não precisar de dentadura.

Nascida em Glasgow, na Escócia, no início do século XX, ela acredita que o segredo da vida longa é nunca ter feito sexo. "Sexo envelhece", acredita.

"Tive várias amizades platônicas, mas nunca senti a vontade de ir mais longe, ou mesmo de casar", afirma Clara, que já viveu no Canadá e na Nova Zelândia, e há 40 anos mora na Cornualha, região sudoeste da Inglaterra.

Para ela, o sexo sempre foi algo "complicado", que atrapalharia sua vida. "Eu sempre estava ocupada fazendo outras coisas, e nunca tive tempo de pensar em sexo", explica.

"Quando eu era criança, só era possível fazer sexo com seu marido. E eu nunca me casei. Cresci em uma era na qual as crianças - principalmente do sexo feminino - não eram vistas e nem ouvidas pela sociedade, por isso tive que aprender por mim mesma a me defender e me sustentar", diz a ex-secretária, em entrevista ao diário britânico 'Telegraph'.

Além de nunca ter tido relações sexuais, Clara conta que nunca teve uma televisão, mas sempre foi "apaixonada" por ouvir rádio

Fonte: www.g1.com/planetabizarro

!!!DEBATEND( X )!!  

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Criacionismo X Evolucionismo


Criacionismo, uma teoria com diferentes versões.

A questão sobre as origens do homem remete um amplo debate, no qual filosofia, religião e ciência entram em cena para construir diferentes concepções sobre a existência da vida humana e, implicitamente, porquê somos o único espécime dotado de características que nos diferenciam do restante dos animais.

Desde as primeiras manifestações mítico-religiosas o homem busca resposta para essa questão. Neste âmbito, a teoria criacionista é a que tem maior aceitação. Ao mesmo tempo, ao contrário do que muitos pensam, as diferentes religiões do mundo elaboraram uma versão própria da teoria criacionista.

A mitologia grega atribui a origem do homem ao feito dos titãs Epimeteu e Prometeu. Epimeteu teria criado os homens sem vida, imperfeitos e feitos a partir de um molde de barro. Por compaixão, seu irmão Prometeu resolveu roubar o fogo do deus Vulcano para dar vida à raça humana. Já a mitologia chinesa atribui a criação da raça humana à solidão da deusa Nu Wa, que ao perceber sua sombra sob as ondas de um rio, resolveu criar seres à sua semelhança.

O cristianismo adota a Bíblia como fonte explicativa sobre a criação do homem. Segundo a narrativa bíblica, o homem foi concebido depois que Deus criou céus e terra. Também feito a partir do barro, o homem teria ganhado vida quando Deus assoprou o fôlego da vida em suas narinas. Outras religiões contemporâneas e antigas formulam outras explicações, sendo que algumas chegam a ter pontos de explicação bastante semelhantes.

Sendo um tema polêmico e inacabado, a origem do homem ainda será uma delicada questão capaz de se desdobrar em outros debates. Dessa forma, cabe a cada um julgar e adotar, por meio de critérios pessoais, a corrente explicativa que lhe parece mais plausível.



Evolucionismo, uma teoria ainda mal interpretada.

A teoria evolucionista é fruto de um conjunto de pesquisas, ainda em desenvolvimento, iniciadas pelo legado deixado pelo cientista inglês Charles Robert Darwin. Em suas pesquisas, ocorridas no século XIX, Darwin procurou estabelecer um estudo comparativo entre espécies aparentadas que viviam em diferentes regiões. Além disso, ele percebeu a existência de semelhanças entre os animais vivos e em extinção.

A partir daí, ele concluiu que as características biológicas dos seres vivos passam por um processo dinâmico onde, fatores de ordem natural, seriam responsáveis por modificar os organismos vivos. Ao mesmo tempo, ele levantou a idéia de que os organismos vivos estão em constante concorrência e, a partir dela, somente os seres melhores preparados às condições ambientais impostas poderiam sobreviver.

Contando com tais premissas, ele afirmou que o homem e o macaco teriam uma mesma ascendência a partir da qual as duas espécies se desenvolveram. Contudo, isso não quer dizer, conforme muitos afirmam, que Darwin supôs que o homem é um descendente do macaco. Em sua obra, A Origem das Espécies, ele sugere que o homem e o macaco, devido suas semelhanças biológicas, teriam um mesmo descendente em comum.

A partir da afirmação de Charles Darwin, vários membros da comunidade científica, ao longo dos anos, se lançaram ao desafio de reconstituir todas as espécies que antecederam o homem contemporâneo. Entre as diferentes espécies catalogadas, a escala evolutiva do homem se inicia nos Hominídeos, com mais de quatro milhões de anos.

Logo depois, o Homo habilis (2,4 – 1,5 milhões de anos) e o Homo erectus (1,8 – 300 mil anos) compõem a fase intermediaria da evolução humana. Por fim, o Homo sapiens neanderthalensis, com cerca de 230 à 30 mil anos de existência, antecede ao Homo sapiens, surgido à cerca de 120 mil anos, que corresponde ao homem com suas características atuais.

Mesmo cercada por uma larga série de indícios materiais sobre as transformações da espécie humana, a teoria evolucionista não é uma tese comprovada por inteiro. O chamado “Elo Perdido”, capaz de remontar completamente a trajetória do homem e seu primata original, é uma icógnita ainda sem resposta.

DÊ SUA OPINIÃO>>>> QUEM ESTÁ COM A RAZÃO????
(MANDE SEU COMENTÁRIO)

fonte: www.brasilescola.com

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A sindrome de UZÁ: A Obra é resultado da misericórdia do Senhor para conosco!  

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1Cr 13.9: E levaram a arca de Deus, da casa de Abinadabe, sobre um carro novo; e Uzá e Aió guiavam o carro. E Davi e todo o Israel, alegraram-se perante Deus com todas as suas forças; com cânticos, e com harpas, e com saltérios, e com tamborins, e com címbalos, e com trombetas. E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam. Então se acendeu a ira do SENHOR contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão à arca; e morreu ali perante Deus.

A intenção de Uzá era proteger a Arca da Aliança. Tal gesto parece ter sido automático, normal para quem estava ali com este objetivo. Provavelmente o fez com a melhor das intenções. Analisado em primeira instância, Uzá seria absolvido, mas apesar de possíveis jurispridências, há pontos a serem ponderados por instâncias superiores. Deus sabe o que está por detrás dos nossos gestos mais nobres, e esse texto é um convite para este tipo de avaliação.

A Arca era o símbolo máximo da presença de Deus. Ela caminhava à frente do povo durante as suas andanças pelo deserto e indicou o ponto exato por onde Israel deveria atravessar o Jordão. Depois da construção de um Templo Fixo, permaneceu intocável no compartimento mais nobre da construção. Perante ela o Sacerdote intercedia pelo povo. Em resumo, o maior protege o menor.

Na dispensação atual, a Igreja assumiu a posição de indicadora do caminho que leva a Deus. Alguém que conduz adiante a Obra de Deus, pode ser tentado a ter uma postura paternal em sua relação com a Igreja. Uma enganosa sensação de essencialidade ministerial. Ora, quem leva adiante a Obra de Deus não leva a Deus. A Obra é resultado da misericórdia do Senhor para conosco, inclusive para com aqueles que a conduzem. Isto nos coloca na posição de absoluta e total submissão a direção dada pela Arca.

Somos prestadores de serviço, um meio e não o fim. Servos e não os donos. Aqueles a quem servimos são os nossos patrões e não a nossa propriedade. A Igreja e não o seu condutores está em posição privilegiada em relação ao governo de Deus. Estamos sob a liderança da a Igreja (Arca) e não sobre ela. Uma atitude diferente desta é um sintoma de fomos mordidos pelo vírus causador da perigosa síndrome de Uzá. Estamos sob ameaça de iminente extermínio ministerial e talvez eterno (Leia mais em Et 3.4 e Hb 13.17).

RESUMO

1. O menino Uzá se acostumou com a presença, tratando-a sem reverencia.

2. A morte de Uzá não foi de repente. Ele morreu com o passar do tempo, se acostumou com a presença de Deus

3. Os filisteus usaram o transporte de carroça com bois e não era isto que Deus havia determinado

4. Davi, teve medo e reverenciou a Deus. Relembrou o que era importante: santificação, observância quanto ao desejo de Deus “ carregar a presença – a arca”.

Como adoradores, temos dois caminhos a seguir: O caminho da familiaridade ou O Caminho da intimidade . Qual você deseja?

Certamente o caminho da intimidade é uma jornada demorada mas profunda, mas, vale a pena.

Faça isto: Coloque-se no seu devido lugar.

fonte: www.gospelmais.com.br/www.edificando.com.br

A tragédia da Incompetência!...  

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Alguns erros, apontados por especialistas, cometidos pela polícia:

1. Permitir a reintrodução de uma vítima na cena de risco.
"A devolução de Nayara afrontou os padrões mais básicos de comportamento de um negociador em casos com reféns"(disse Rodrigo Pimentel, ex-comandante do Batalhão de operações Especiais-BOPE- da PM do Rio)

"Era uma situação típica de sequestrador emocionalmente instável. eles deveriam tê-la colocado apenas em contato por telefone"(afirma o coronel José Vicente da Silva, ex-secretário nacional de Segurança Pública)

2. Não isolar o seqüestrador, permitindo inclusive que ele desse entrevistas.

3. Não cortar o fornecimento de água e luz no local.

Segundo especialistas, a polícia tem de criar necessidades para o criminoso, não facilidades. A soma de tantos erros resultou na tragédia de incompetência.

Fonte: Veja edição 2083-ano 41- número 42(exerto página 78)

A verdade LIBERTA! O que Jesus, Sócrates e Platão têm em comum?  

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A verdade liberta. Isso já ficou bem claro, mas como Jesus conseguiu transpor um ensinamento tão complexo de uma forma tão abrangente? A resposta é simples: o dom Divino. Voltamos-nos a Grécia, mais precisamente aos escritos de Sócrates (470-399 a.C.), um sábio daquela época, que por várias vezes, se utilizou da maiêutica para solucionar os problemas de muitos gregos. E Platão (427-347 a.C.) principal discípulo de Sócrates, que usou a alegoria da caverna para sugerir uma analogia à verdade. Jesus usou métodos parecidos para convencer toda aquela multidão que o seguiu.
A maiêutica (que em grego significa trabalho de parteira), método usado pelo filósofo Sócrates, que consistia em ajudar as pessoas de uma forma diferente: em vez de lhes proporcionar as respostas diretamente, usava-se de perguntas para instruí-las a busca pela própria verdade, através de seu desempenho pessoal. Jesus agiu de uma forma diferente, porém, com princípios parecidos: as parábolas. Não eram “histórias” que proporcionava o ensinamento direto da palavra, entretanto induzia o gentio a buscá-la por ele mesmo. E assim foram pregadas as virtudes cristãs. Multidões seguiam-no fascinadas com sua oratória e com seu jeito de pregar a verdade.

Chegamos então à alegoria da caverna escrita por Platão, que em sumo nos leva a uma possibilidade remota: imaginemos, então, pessoas que vivem em uma caverna, todo o que vêem está refletido sobre a parede de forma que só se vê o contorno das sombras; um dia alguém se dispôs a sair daquela situação; com muito esforço consegue sair da caverna e se depara com um mundo diferente com o que estava acostumado; ele descobre a verdade; volta para anunciar o que viu e é renegado pelos outros, que o matam.

Assim aconteceu com Jesus, veio trazer uma nova perspectiva de vida a todos que quisessem escutar. Porém foi renegado, julgado e morto. Só que tudo isto foi efetivado num propósito maior: o de Salvar tantas quantas forem às vidas através da verdade. Como sua própria palavra diz em João 8.31-32 “Jesus dizia, pois aos Judeus que criam nele: Se vos permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Por Pedro Oliveira